segunda-feira, 26 de novembro de 2012

O grifo


O grifo
Laura Braga Sardá

Era uma vez, um ser maravilhoso, além da imaginação humana, metade águia e metade leão. O nome desse ser maravilhoso é Grifo.
Ele tinha cabeça, asas e patas dianteiras de águia, e patas traseiras e rabo de leão. Porém, essa beleza misteriosa e sua fama de ser bravo deixavam medo nas pessoas, por isso era muito caçado. O grifo, um belo ser dócil e amoroso, vivia triste no alto de uma montanha.
A montanha ficava bem longe de vilas, e principalmente das pessoas. O grifo passava dias chorando, pois era solitário. Queria ter um amigo, mas a cada dia que passava ele perdia as esperanças.
Porém, um dia, uma garotinha chamada Angel, havia se perdido e estava com muito medo. Chorava sem parar e gritava à procura de seus pais.
O grifo ouviu o choro e saiu voando à procura dela. A menina quando o viu, estremeceu de medo, achando que o grifo ia comê-la. O grifo chegou perto dela, viu que ela estava desesperada e perguntou por que ela estava chorando.
A menina parou de chorar, olhou assustada para o grifo e respondeu, gaguejando que ela estava assim porque havia se perdido de seus pais.
O grifo, tentando acalmá-la, falou que a ajudaria a reencontrar seus pais. A menina, com um pouco de medo, resouveu acreditar nele. O grifo pediu para que ela subisse nas suas costas. Ela então subiu.
O grifo começou a levantar voo, e de repente eles estavam voando. O grifo começou a recuperar as esperanças de encontrar finalmente um amigo.
A menina avistou seus pais e avisou o grifo, então ele desceu ao encontro dos pais de Angel.
Quando ele pousou, a menina desceu e saiu correndo ao encontro de seus pais. Os pais dela viram o grifo e ficaram com medo, porém estavam tão agradecidos que foram lá e o abraçaram.
Eles e a vila inteira perceberam que o grifo era um ser pacífico e o convidaram a ficar na vila. O grifo ficou muito feliz e aceitou, assim ele não ganhou apenas um amigo, mas vários.

Moral: Não se deixe enganar pelas aparências.

Escola para cachohumano


Escola para cachohumano
Sofia Emanuelle de Paula Leal

Fazia um tempo que uma escola para cachorros havia aberto, e ela já tinha mais de 100 inscrições. A cidade de Botaninho era a cidade de cachorros onde havia coisas que nunca houve em nenhuma outra cidade.
Lá havia trabalho para cachorros, supermercados para cachorros, enfim, tudo para cachorros. Na escola que havia aberto, havia um cachorro humano: ele tinha corpo de cachorro e cabeça de humano.
Todos acharam estranho e não queriam deixar o cachorro humano entrar na escola. Então eles avisaram ao Prefeito da cidade, e houve uma votação para saber se o cachorro ia ou não participar da escola.
A votação deu que ele não iria participar da escola, então o cachorro ficou super triste, mas a cidade de Botaninho não sabia que havia mais 20 cachorros humanos na família dele, e então os cachorros humanos fizeram uma denúncia à delegacia, pois eles não tinham culpa de ser cachorros humanos.
Três meses se passaram e a justiça foi feita. Foi aberta uma escola com o nome de cachohumano e havia mais de 122 inscrições feitas, pois havia mais cachorros humanos em outras cidades, e vieram todos estudar nesta escola.

A menina de capuz roxo


A menina de capuz roxo
Isabelle Santos Marongio

Um dia uma menina de capuz roxo estava andando na floresta quando, de repente, ouviu um barulho. Ela foi seguindo barulho e então encontrou um bicho que tinha a cabeça de uma mulher, o corpo de um leão e asas de uma águia. A menina começou a chegar mais perto, então percebeu que o animal estava machucado e foi ajudar. O animal sabia falar e contou tudo para a menina: havia alguns caçadores lá que começaram a atirar nele e foi assim que o animal machucou a pata. Tudo estava bem quando, derrepente, apareceram outros caçadores e começou a ficar com medo e fugiu. Então a menina encontrou uma trilha e ela e o bicho seguiram ate o fim. A trilha dava em uma casa abandonada, então elas entraram na casa e não apareceu mais ninguém. Assim, a menina e o bicho ficaram morando na casa.

O hambúrguer infectado


O hambúrguer infectado
Pedro Henrique dos Santos Aguiar

Em uma noite chuvosa eu e minha família estávamos vendo televisão, quando apareceu um comercial dizendo para todos comerem o novo hambúrguer.
Dois dias depois começou a lançar o hambúrguer nas lanchonetes. Quando um homem comeu, ele virou um ZUMBI. Todo mundo começou a gritar bem alto e em menos de um mês, todo mundo já tinha virado, zumbis.
Eu e minha família fugimos, até encontrar um carro no meio da estrada. Nós fomos lá conferir se havia um zumbi lá dentro, mas na verdade quem estava lá era o meu tio. Ele nos contou porque o hambúrguer transformava pessoas em zumbis, falou que é o verme chamado “zupi”. De repente, apareceu um zumbi.
Eu, meu tio e minha família entramos no carro e fomos embora para a casa do meu tio, e ficamos lá por duas semanas. Uma noite meu irmão queria comer alguma coisa, mas toda comida tinha o verme “zupi”. Então pegou seu microscópio e viu um hambúrguer e o comeu, mas foi estranho, pois ele não virou um zumbi. Chamamos meu tio e ele me disse que o meu irmão era o Escolhido. Perguntamos a ele porque meu irmão era o escolhido e era porque o meu irmão tinha um DNA diferente do nosso. Ficamos muito felizes, porque o meu irmão não virou zumbi.
Na noite seguinte o meu irmão virou um zumbi.

Então não importa se você é ou não o escolhido, você vai virar ZUMBI!

FIM

O lago


O lago
Guilherme Rodrigo Faria Costa

Era uma vez um lago onde todas as pessoas iam nadar. Eu adorava o lago. Um dia, eu escutei uma voz tão linda que me intrigou muito e fui ver o que era, mas meu irmão mais velho não me deixou ir. Eu adorava desobedecer, então fugi dele sem ele perceber e fui pro lago. Chegando lá vi uma sereia tão linda, com a voz tão suave! Ela segurou minha mão muito forte e me puxou pro fundo do lago, e quando percebi eu já estava me afogando. Quando vi os dentes afiados dela me assustei. Meu irmão chegou a tempo e tentou me tirar das profundesas. Só que ele não conseguiu e também foi levado pela sereia. Ela tinha dentes afiados e ao invés de mãos garras. Depois não vi mais nada. Quando acordei no meu quarto, fiquei com muito medo e nunca mais voltei pro lago. Quando contei a história pro meu pai, ele riu e o meu irmão também porque me disseram que eu estava sonhando mas eu não acreditei, tinha parecido real.

FIM

O museu assombrado


O museu assombrado
Priscila Salles

Certo dia eu e Letícia fomos para um museu. Nele sempre havia muitas pessoas, mas no dia em que nós duas fomos não havia ninguém.
Quando chegamos na parte aonde havia dinossauro, vimos um vulto.
Parecia uma mulher, toda de branco.
Ficamos com medo de ser um fantasma.
Quando este vulto chegou perto de mim e da Letícia, ficamos com mais medo ainda e saímos correndo.
Nós duas cansamos e paramos, o vulto veio e nos disse:
- Este museu está vazio, porque um avião caiu aqui perto.
- Primeiramente quem é você? – disse a Letícia.
- Eu sou a D. Marta, avó de vocês.
- Ah, então tudo bem vó!
Chegando na nossa casa dissemos para o nosso pai que tínhamos reencontrado nossa avó Marta e o nosso pai falou:
- Nossa filha que estranho porque caiu um avião perto do museu e a avó de vocês morreu!

Quem apagou as luzes?


Quem apagou as luzes?
Victor Hugo Azamor

Uma noite, em uma rua escura, havia algumas pessoas que não estavam vendo nada porque as luzes daquela cidade tinham se apagado, por causa de uma árvore que andava.
Mas ninguém tinha certeza que era uma árvore, algumas falavam que as pessoas daquela rua estavam imaginando coisas.
Todos falavam que o mais provável era que a árvore tinha feito a energia acabar, porque a um tempo atrás todas as árvores que ficavam em uma linda floresta foram cortadas e só aquela árvore não foi cortada pelos lenhadores, porque eles a achavam feia e baixa.
A árvore foi se desenvolvendo e criou vida.
De repente uma nave espacial aparece e começa a abduzir várias pessoas e depois ela some. Todos ficaram com medo porque dentro da nave poderia ter várias árvores.
Eles ficaram com muito medo porque a nave espacial poderia voltar.
Então pessoas que estavam naquela rua foram para as suas casas e no dia seguinte foram nas casas de seus vizinhos que foram abduzidos e elas estavam lá.
Então as luzes começaram a se acender e todos ficaram sem saber o que aconteceu no dia anterior.